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Entre mentiras e hipocrisia
Entre mentiras e hipocrisia

Data: 12/01/2018

O Observatório do Fluminense está completando o seu 4º aniversário no início de fevereiro.  Nasceu com o espírito da luta pela perenidade do Fluminense.

E desde lá, sempre de forma propositiva, apresentando a sua própria palavra, o Observatório do Fluminense, trilhou a sua estrada. E, sem lugar à dúvida, sabedor de todos os percalços pelos quais o nosso Fluminense Football Club vem atravessando, não nos omitiremos em nenhum momento.

Este portal se colocou, mesmo dias antes da eleição, favorável à eleição do atual Conselho Diretor do clube. Entretanto isso não nos impede de ter os nossos próprios olhos, o verbo “ser chapa branca” nunca conjugamos.

Da mesma forma que é visível e justa a insatisfação dos nossos torcedores. Têm esse direito, desde que não extrapolem a civilidade e o respeito ao ser humano. Vaie, xingue, faça camisetas alusivas, tudo isso faz parte do ônus de ser Presidente de um clube da grandeza do Fluminense. Mesmo que por vezes as mensagens tenham o nome de quem perdeu a eleição de 2016. 

Outrossim é a forma vergonhosa e marginal com que são feitos vazamentos de dados pessoais do Presidente Pedro Abad. Atitude de gente mesquinha e covarde.

Até aqui este Editorial deveria ter como título “Entre verdades e fotografias”. Os avanços são diagnosticados em alguns setores de Álvaro Chaves, 41. Outros ainda pecam por sentimentos dispares. Mas e o nosso futebol?

O Futebol assusta, não funcionou no ano passado e temos que admitir que o início de 2018 parece filme de suspense.

E isso tem que ser resolvido, de saída falar abertamente com a nossa torcida. Tudo se resolverá se existir unidade.

Isso é uma forma de pensar!

Entretanto preocupa é o ressurgimento de pilotos de oportunidades.

Esse Observatório do Fluminense não se cansará de afirmar que tudo o que ocorre de ruim hoje nas Laranjeiras tem origem no péssimo modo de gerir o dinheiro do Fluminense que tiveram o ex-Presidente Peter Siemsen e o ex-Vice-Presidente de Futebol, remunerado, Mário Bittencourt.

O resto o Google responde. É só pesquisar as renovações de contrato e as contratações de jogadores feitas entre 2014 e 2016. Mario Bittencourt e Fernando Simone como protagonistas em sua grande maioria.

Portanto, ao ver a ênfase com que o ex-Vice-Presidente de Futebol, remunerado, Mario Bittencourt, se pronunciou nas redes sociais, não nos surpreendemos.

Realmente ele não conhece a verdadeira história do Fluminense. Reconhecemos que deve ter uma enorme dívida de gratidão para com o clube, afinal de contas, foi lá que como estagiário chegou e a partir daí começou a ganhar a sua vida. Mas somente isso não reflete mais peso de currículo, nem de estrada percorrida, menos ainda de arquibancada. É parco de conteúdo.

Todavia, no final das contas, o Fluminense continua pagando a conta. Mas essa bagunça financeira tem origem e nome.

Dos que perambulam entre mentiras e hipocrisia só queremos distância.

O Fluminense necessita de paz! E, principalmente, de gente consequente vestindo a sua camisa. Dentro e fora de campo.

O Observatório do Fluminense também tem na sua garganta o grito dos aflitos. O futebol resolve todos os males, sempre tem que ser o do Vencer ou Vencer. Que se resolvam o mais rápido possível os problemas e que apareçam as contratações necessárias.

O Fluminense necessita de paz!

O Observatório do Fluminense observa, sabedor de que “a bola não entra por acaso”.

 

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Luiz Guilherme Siqueira - 16/01/2018 às 08h48
O Fluminense precisa de paz e de competência!
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EDUARDO TADEU P - 14/01/2018 às 12h33
Boa dia, concordo com muita coisa que foi dita no editorial. No entanto, não dá par negar que a atual gestão é uma continuação da anterior. A Flusócio apoiou o Peter nas duas eleições, tendo um peso enorme nas escolhas nos seus dois mandatos. A Flusócio vivia criticando, e muitas vezes acertadamente, o mandato do sr, Horcades e a incrível dependência do clube da Unimed. Por isso, esse grupo político apregoava que precisávamos ter uma relação mais equilibrada como o sr. Celso barros e depois começou a defender a saída da Unimed e quando isso aconteceu, ficamos a deriva, num verdadeiro caos. Não se prepararam para assumir o poder, como muitos partidos que só sabem ser oposição. Se o clube vive um caos financeiro, os atuais mandatários deveriam te-lo dito durante as eleições, não fazer promessas vans, que a priori, já sabiam que não poderiam cumprir.
O maior erro humano é exatamente não reconhecer o erro, não rever conceitos, fazer exames de consciência. A forma como as coisas tem acontecido na atual gestão tem primado pelo amadorismo, pela falta de ética e respeito, seja com os funcionários , seja com a torcida ou com a nossa história, e essa é a realidade. todos queremos um clube unido, mas cabe a quem dirige o clube capitanear esse processo. O dr. celso barros, com toda a seu egocentrismo deu um passo em frente e o nosso presidente ? Ele parece-me perdido, sem saber o que fazer e o clube está pagando e pagará ainda muito mais por toda essa vaidade. Não sou, nem pretendo ser nada no clube. Fui jogador de polo-aquático, sem nenhuma categoria, apesar de ter sido até sócio-atleta e conheço bem a realidade do clube. No entanto, sou tricolor de coração, amo o clube e gostaria que vocês não ficassem em cima do muro e não tentem esconder as responsabilidades de ninguém.
Torço pelo sucesso da atual gestão, mas ela tem que mudar muito e o pior é que todos sabem disso, mas ninguém faz nada.
saudações tricolores.
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ANTONIO CESAR GALVÃO - 12/01/2018 às 20h42
Fora Bittencourt, Peter e Celso que ganharam dinheiro em comissões elevando salários para encher o bolso e que ae dane o clube
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Luiz Carlos Lemos Marques - 12/01/2018 às 15h45
E o Flu perdeu o Scarpa,A diretoria incompetente
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