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O que esperar de 2018?
O que esperar de 2018?

Data: 03/01/2018

Uma vez aprovado o orçamento deste ano pelo Conselho Deliberativo do Fluminense, na última reunião ocorrida no dia 29 de dezembro passado, seguindo firmemente no caminho da austeridade, fica no ar, na cabeça dos nossos torcedores, a seguinte pergunta:

Que tipo de time encontraremos vestindo a nossa camisa nas competições em que o Fluminense participará?

Tirando os adeptos da teoria do caos, tese defendida por aqueles que perderam a eleição de 2016, leia-se Mario Bittencourt e Celso Barros, é correto enxergar uma enorme insatisfação com a forma de gerência do Departamento de Futebol.

É óbvio que ainda não se pode cobrar do novo Vice de Futebol, Fabiano Camargo, que acaba de assumir o cargo, e certamente está se adaptando às circunstâncias. Mas de outra forma, preocupa a este Observatório do Fluminense que a menos de 15 dias do começo do Campeonato Carioca, partida que jogaremos contra o Boavista, ainda não se tenha o desenho do time que entrará em campo representando as nossas cores.

E nesse intervalo, até o início da competição estadual, teremos a viagem para a Florida Cup, o que pode comprometer definitivamente os treinamentos de pré-temporada, importantes que são para que se chegue ao diapasão correto para o ano de trabalho vide que, além do Carioca, disputaremos a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Sul-Americana.

Sim, este Observatório do Fluminense sabe dos descalabros cometidos por Mario Bittencourt e Peter Siemsen, tanto com relação às finanças, como aos transloucados contratos, que ferem a ética do bom senso administrativo.

Sim, este Observatório do Fluminense reconhece o trabalho de recuperação financeira que vem sendo feito.

Mas é obrigação deste Observatório do Fluminense alertar quanto ao descontentamento crescente que reina no seio de nossa torcida.

Esse sentimento é muito ruim, difícil de administrar. É necessário que o Presidente Pedro Abad entenda isso e se cerque das pessoas corretas neste momento. Certamente seria o primeiro grande passo para recuperar o diálogo com os nossos torcedores.

O Observatório do Fluminense sabe que a bola não entra por acaso e, por enquanto, apenas observa!

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