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Laranjeiras: a nossa casa, o nosso clube!
Laranjeiras: a nossa casa, o nosso clube!

Data: 19/02/2018

O Fluminense voltará a campo na próxima quarta-feira, às 16h30, em partida contra o Bangu, no charmoso estádio de Moça Bonita, pela 1ª rodada da Taça Rio. Esperamos que as boas impressões e vibrações da última atuação contra o Salgueiro-PE, pela Copa do Brasil, sejam mantidas.

É sabido por este Observatório do Fluminense que ainda não estamos diante da formação ideal, que o nosso time necessita ao menos de três reforços e assim esperamos que os responsáveis pelo Departamento de Futebol também pensem. No mínimo um zagueiro com qualidade de passe e saída de bola, um meia de criação e um camisa 9 com garantias.

Cabe à torcida Tricolor aguardar que o clube agilize essas contratações necessárias.

O Fluminense teve prejuízo de bilheteria nos jogos em que foi mandante tanto no Campeonato Estadual quanto no último realizado no Engenhão, pela 2ª fase da Copa do Brasil. E isso era de se esperar por vários motivos: desde a forma da dispensa dos jogadores do antigo elenco, da perda dos direitos sobre o Gustavo Scarpa, da demora na montagem e na indefinição sobre o atual time, na saída para o arquirrival do Henrique Dourado, mas principalmente pelo afastamento que existe entre a nossa torcida e a atual gestão.

Juntos e misturados!

Rendas pífias, para públicos de testemunhas.

Mas pelo menos esses recentes prejuízos poderiam ter sido evitados por uma simples razão: a manutenção com as mínimas condições do estádio das Laranjeiras. Quer queiram quer não, por baixo, sem qualquer reforma de ampliação, apenas com a manutenção da estrutura existente e no máximo com uma arquibancada metálica atrás do gol da Pinheiro Machado, poderíamos chegar a uma oferta de 7 mil lugares no “Manoel Schwartz”.

É o ideal? Claro que não, mas é nosso patrimônio e não pode ser tratado com desleixo. O dinheiro que se investiu em 2015 e 2016 em Edson Passos, se aplicados no básico, certamente estariam possibilitando ao Fluminense não carecer de numerário e colecionar números negativos.

Sem esquecer que teríamos melhor atendido os nosso sócios e, principalmente, estaríamos cuidando da nossa história, uma vez que esse estádio, que foi inaugurado em 1919, cumprirá 100 anos.

Portanto, cabe ao Presidente Pedro Abad tomar as medidas necessárias para isso.

Repetimos: É o ideal? Não! Mas na impossibilidade de jogar sempre no Maracanã, deveríamos disputar os jogos de pequeno porte na Álvaro Chaves, 41. Inclusive (e existe um projeto em andamento) o correto seria ampliar Laranjeiras para uma capacidade de 15 a 20 mil pessoas.  Certamente cobriria com louvor 50% dos jogos que disputamos como mandantes. Acima dessa cifra, com certeza o Maracanã ou até o próprio Engenhão estão mais do que capacitados.

Recordando então que cabe ao atual Conselho Diretor essa missão da revitalização do nosso centenário campo.

Todavia cabe a este Observatório do Fluminense ressaltar o péssimo serviço dispensado pela Sanatto, empresa terceirizada que presta serviços no clube. 

Se não bastasse a falta de limpeza reinante, a ausência da condição de saúde e segurança que ela dá aos seus funcionários (a não utilização de luvas e máscaras de proteção, principalmente no que concerne a recolhimento de lixo e limpeza de canaletas), o sócio do Fluminense é obrigado a se deparar com a falta de educação dos supervisores da Sanatto.

Mais do que controles de acesso, o clube tem que se preocupar na manutenção dos atuais associados e nisso a referida empresa deixa muito a desejar.

Na quarta-feira, apesar do horário, devemos lotar o estádio que fica na praça em frente à estação de Guilherme da Silveira. Um pouco de futebol raiz não faz mal a ninguém!

O Observatório do Fluminense observa sabendo que “a bola não entra por acaso” e que o sócio do Fluminense sempre tem que ser tratado com respeito.

 

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Edson Soares de Lima - 19/02/2018 às 16h46
Como fazer chegar aos nossos dirigentes, essas idéias?
Outras coisas que podem ajudar:
1-Criar a categoria de sócio "estádio", onde o associado, deverá permanecer no quadro por, no mínimo, 12 meses, com o benefício de não pagar o ingresso dos jogos nas Laranjeiras, e toda arrecadação das mensalidades convertida para reforma/manutenção do estádio.
2- Fazer uma parceria com uma, ou mais, empresa do ramo de construção civil (pode até set a do Pedro Antônio) e de alimentação (giraffas, bob's, MacDonald, etc), onde elas investiriam na reforma/manutenção com o direito de explorar, com exclusividade, as placas de propaganda, bares, restaurantes e estacionamento (que houver) e, se for o caso, destinar espaços no uniforme tb.
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