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Palavra dada, assumida e cumprida!
Palavra dada, assumida e cumprida!

Data: 22/02/2018

Na bela vitória sobre o Bangu, ontem à tarde em Moça Bonita, pela estreia na Taça Rio, com uma ótima partida do nosso Fluminense, destaque maior para o hoje artilheiro Marcos Junior. 

Marlon e Sornoza também tiveram atuações destacadas dentro de uma equipe cada vez mais coesa e também adulta. A realidade do 4 a 0 final é que dentro daquilo que tem em mãos, o treinador Abel Braga voltou a criar um time. Deve ser o quarto ou o quinto nos últimos 13 meses.

Tem gente que não gosta do 3-5-2... Ainda não perceberam que o Gilberto e o Marlon (ou Ayrton) estão ofensivamente ocupando os espaços de extremos nas suas participações ofensivas e isso permite que mais gente chegue na área em condições de finalizar na direção do gol adversário.

Pouco a pouco, depois do janeiro de tempestades, com os resultados dentro de campo começando a aparecer, vivencia-se um período de trégua com a nossa torcida, que tem todo o direito de ir passo a passo nesta retomada que tem que ser estimulada para existir.

Não existem mágicas! Torcedor quer time, ídolo e campeonato. No nosso caso, Libertadores.   E essa deve ser a meta.

Para isso, impera que se reerga o espírito da UNIDADE com a execução do pactuado. Palavra dada, verbo que não volta atrás.

O Fluminense tem em suas mãos um Conselho Diretor que possui quadros diferenciados.  Profissionais de alto impacto em suas carreiras e escolhas, que se colocam ao bem servir do Fluminense de forma graciosa e emprestam seus cérebros e parte das suas vidas para colocar o rumo do Fluminense na rota da perenidade.

E o Fluminense, por essência, não pode ser vítima de atitudes simplistas, de ir na contramão do seu torcedor. Os últimos acontecimentos nas redes sociais transmitem o quão daninho é para o Fluminense o passo em falso dado. Fabricar resultados de audiência mediantes artifícios de gosto duvidoso tem o mesmo gosto do “pão para hoje e fome para amanhã!”.

E se temos um Conselho Diretor que gosta de propor, nada melhor do que encurtarmos distâncias entre as suas bases de apoio. Mas para isso vai ser preciso que as pessoas entendam que dificultar as distâncias encurta a cumplicidade.

Em qualquer análise sobre a gestão do Fluminense nos deparamos com muita proposição, muito anseio de mudanças. Por outro lado, enfrentamos a lentidão na execução, além de discursos antagônicos com relação às formas pregadas. A transparência tem que ser nítida, jamais pode ter tons turvos.

Terceirizar as culpas enfraquece a UNIDADE, da mesma forma que o egocentrismo. Não existem dois Fluminenses, pelo menos não deveriam existir. E o erro maior é ter diante de si soluções pertinentes e de vanguarda, mas preferir enredar-se dentro da própria teia.        

A gestão do Fluminense necessita avançar dentro da UNIDADE, mas não pode ser capenga, nem ter segredos indecifráveis. Uma hora a corda arrebenta.

Este Observatório do Fluminense advoga para que todos os sócios e torcedores do Fluminense recolham as suas armas e trabalhem juntos em prol da UNIDADE.

Palavra dada é palavra assumida: Perenidade só com UNIDADE.

E UNIDADE só existirá se for colegiada.

O Observatório do Fluminense, sem abrir mão dos seus dogmas e princípios, manifesta que o seu apoio à gestão requer momentos de muito mais cumplicidade. Escutar sem ouvir e agir sem dividir, desgastam relações.        .

O Fluminense Unido e Forte não pode ficar meramente na questão de grupo A, B ou C e sim na consolidação de macros pensamentos, se transformando num grande bloco na direção da discussão de uma política sempre compartilhada e transparente.

Da mesma forma o Conselho Deliberativo do Fluminense deveria caminhar em direção à UNIDADE.

O Fluminense será forte se souber ser unido.

O Observatório do Fluminense observa!

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