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O espelho da gestão
O espelho da gestão

Data: 17/09/2018

Na derrota do Fluminense perante à medíocre equipe do Atlético Paranaense, que vinha de 3 derrotas seguidas, não encontramos nada que possa surpreender a qualquer torcedor do Fluminense a esta altura do ano.

Falhas na defesa (que se repetem desde 2013), um meio de campo que combate pouco e nada cria e um ataque que tem dificuldades em marcar gols.  Se somarmos a isso a figura de um treinador que gosta de complicar, que pensa que ser ofensivo é ter 325 atacantes em campo, perder (já foram 7 empates e 10 derrotas em 25 jogos neste Brasileirão 2018) é apenas consequência.

Funciona mais ou menos assim: se o adversário erra menos que o nosso time e se marca um pouco mais forte a saída da nossa bola, a nossa equipe se complica sozinha.

Um gol por falha dos nosso 2 zagueiros (primeiro o Digão e depois o Gum), outro gol por jogada ensaiada do adversário (presente em qualquer manual de “bêabá” em escolinhas de futebol) e o terceiro gol, a enésima bola parada que não marcam nem a bola e nem o atleta contrário.

Qualquer Professor sabe disso, menos o professor Marcelo Oliveira.

Qualquer Departamento de Futebol tem que saber disso, menos o que é dirigido pelo Pedro Abad, que utiliza a figura do Fabiano Camargo para sair na foto como vice presidente e que tem pessoas como Marcelo Teixeira, Ricardo Correia, Fernando Simone, Marcel Gianecchini e o alto clero da Flusócio emitindo pitacos como máximo entendedores que são.

Portanto a equação é clara:  ou o Fluminense muda imediatamente de mãos ou teremos que agüentar até o final de 2019 convivendo com o seguinte dilema: ao invés de discutir disputar campeonatos, nos contentaremos em não cair e tentar a última vaga para a Sul Americana.

Basta pegar o espelho da gestão Pedro Abad / Flusócio e ver que a fotografia descrita nos parágrafos anteriores, além de real, é extremamente mortífera.

O Pedro Abad acabou com o que restava de vida social no clube e prepara o golpe final aos Esportes Olímpicos, estrangulando-o lentamente como se de uma sucuri se tratasse.

Como bem tem dito um membro (um dos últimos com dignidade) do Conselho Diretor: “Querem acabar com as Laranjeiras”.

Portanto este Observatório do Fluminense é claro na sua análise:

Temos 2 caminhos a seguir...  ou nos resignamos a ser um futuro América e deixamos como está...  ou partimos para a derrubar o mais rápido possível, pelas vias estatutárias e judiciais essa gestão.

O Observatório do Fluminense, que nunca se escondeu, já fez a sua escolha.

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