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A quem interessa aprovar e manter as contas do Peter escondidas?
A quem interessa aprovar e manter as contas do Peter escondidas?

Data: 10/10/2018

As contas de 2016 do Fluminense que correspondiam ao último ano da 2ª gestão do ex Presidente Peter Siemsen, em seu dia aprovadas na base do autoritarismo e da canetada,  tiveram que ser reajustadas pelo Conselho Fiscal.

De saída uma diferença de 21 milhões de reais... O superávit de 8 milhões transformou-se num déficit de 13.

O que de inicio demonstra a bagunça com que o Peter Siemsen, o então Presidente do Conselho Fiscal Pedro Abad, a Flusócio e os Esportes Olímpicos, tratavam as finanças do Fluminense.

Na reunião de ontem que foi suspensa por causa do tumulto generalizado que nasceu das constantes provocações (inclusive com palavras de baixo calão e com a utilização de ofensas pessoais) por parte do Conselheiro Marcos Vinicius Caldeira, o atual Presidente do Conselho Fiscal, Felipe Dias, também alertou para o descalabro cometido por Peter Siemsen que “brincou" com a destinação de 80 milhões de reais recebidos da TV Globo referentes à luvas / antecipação de numerário,  que levaram à herança de uma folha salarial para o futebol, de 7,5 milhões mensais. Convenhamos que o fraquíssimo time de 2016 JAMAIS deveria ter tido esse custo.

Mas o que se viu ontem no Salão Nobre do clube vai além disso: é nítido o pavor do Presidente Pedro Abad, da Flusócio e dos Esportes Olímpicos,  que as contas de 2016 sejam reabertas.

E cabe a este Observatório do Fluminense perguntar:

Por que Pedro Abad, a Flusócio e os Esportes Olímpicos tem tanto medo que essas contas sejam reabertas?

A quem eles querem proteger?

Será que só querem proteger ao ex Presidente Peter Siemsen ou existem outros fatos que envolvem a terceiros que pertenceram à gestão passada e pertencem a atual gestão?

Será que não percebem que com isso a falta de informação e de transparência, que resulta do agrado deles, traz consigo um afastamento cada vez maior da nossa torcida?

Os funcionários do clube estão há 2 meses sem receber, o parque aquático abandonado e sujo, o clube caindo aos pedaços... E o que fazem os Conselheiros membros dos Esportes Olímpicos?

Abaixam a cabeça e deixam se levar como cabrestos votando a favor do Abad e da Flusócio, em contra do melhor para o Fluminense.

Assim sendo chegou a hora do Vice Presidente dos Esportes Olímpicos, Marcio Trindade dizer realmente o que quer e se vai se posicionar em contra do Fluminense que ele aprendeu a amar desde muito adolescente quando desfilava pelos estádios do Brasil a honrosa camisa da Torcida Young Flu.

Ou será que o VP dos Esportes Olímpicos vai querer ter a sua imagem atrelada à bagunça administrativa e financeira da gestão Abad/Flusócio?

Este Observatório do Fluminense esclarece aos diretores dos Esportes Olímpicos que dinheiro captado através de projetos incentivados não pode ser utilizado para pagamento de salários.

O Observatório do Fluminense cobra um pronunciamento do Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Cesar Leite, sobre as palavras proferidas pelo Diretor de Tênis Nilton Gibaldi (que por coincidência pertence à Comissão de Assuntos Disciplinares) na reunião de ontem, onde o mesmo, segundo as testemunhas presentes teria dito que ele "resolve o problema na bala".  Essa pessoa, Diretor do Tênis, é reconhecido dentro do clube por causa do seu comportamento antissocial e arrogante. Cabe a mesa do Conselho Deliberativo enquadrar o mesmo.

Ontem, os Conselheiros de  oposição do Fluminense deixaram claro que no grito nem o Abad, nem a Flusócio, nem os Esportes Olímpicos, irão levar.

Este Observatório do Fluminense reafirma o seu compromisso de transparência e deixa claro para que a torcida do Fluminense não dê crédito ao vitimismo de que a Flusócio se travestiu. São atores de quinta que estão dilapidando a história do clube.

O momento de limpar o Fluminense chegou.

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Marcus Vinicius Rodrigues dos Santos - 10/10/2018 às 20h35
O Presidente atual pode estar temendo pela sua vida profissional ligada a Instituição Pública, que pelos regulamentos internos requerem Ética e Moralidade nas ações particulares de seus agentes públicos.
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