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Uma gestão de mentiras e traições
Uma gestão de mentiras e traições

Data: 02/10/2018

Na derrota para o Grêmio no último sábado, mais do mesmo: um treinador que não passa de um “professor” decadente e um elenco limitado que se acanha quando joga contra equipes que têm o controle do jogo e não rifam a bola, além de terem uma marcação mais inteligente e de contato do que a nossa.

Na tradução do que foi o jogo: perdemos 1 ponto precioso de cara ao futuro do Tricolor na competição.

Um grupo de Conselheiros protocolou na última sexta-feira um documento com uma série de perguntas com relação às contas de 2017, dúvidas essas suscitadas pela má qualidade na informação por parte do Fluminense.

Este Observatório do Fluminense espera que esse documento seja respondido até a véspera da reunião para a votação das contas de 2017, que ocorrerá no próximo dia 9 de outubro.  Cabe ao clube municiar com a verdade sobre os questionamentos e não sair pela tangente maquiando as respostas sem maior profundidade, com é o modus operandi da gestão Pedro Abad, da mesma forma como era feito pelo seu antecessor, Peter Siemsen, Flusócio em extensão.

Contudo, Pedro Abad tem mais explicações para dar: como é que o Presidente do clube faz um empréstimo junto ao Vice Presidente Comercial, Ronaldo Barcelos, sem que os seus vices financeiro e de interesses legais da época fossem sequer consultados?

Ou será que o Abad se acha o dono do Fluminense?

Ou será que a Flusócio, com a sua prepotência e arrogância costumeira, acreditam que são seres superiores e sempre podem fazer o que melhor lhes pareça?

Ou será que o Presidente do Conselho Fiscal, Felipe Dias, não sabia/não sabe do ocorrido?

Ou será o Presidente do Conselho Fiscal, Felipe Dias, que nos dias de hoje prefere crucificar o ex-Presidente Peter, acusando-o de todos os males do clube, coloca a sua amizade com o Pedro Abad em 1º lugar e vira a cara para o lado.

Este Observatório do Fluminense exige medidas drásticas por parte do Presidente do Conselho Deliberativo quanto à defesa dos interesses do Fluminense.  Pedro Abad tem feito o que bem entende e este órgão, está calado enquanto poder soberano.

Até quando vai existir passividade?

Ou o estado do Parque Aquático é motivo de orgulho para os Conselheiros oriundos dos Esportes Olímpicos?

Ou será que os interesses políticos e pessoais vão ser colocados acima do Fluminense?

Ou será que este Observatório do Fluminense vai ser obrigado a listar todos os desmandos que estão ocorrendo no clube e que transgridem o mínimo bom senso?

Ou será que os demais membros do Conselho Diretor também querem ser denunciados por gestão temerária e verem possivelmente seus nomes junto ao Ministério Público, por práticas incorretas da gestão?

Pedro Abad parece que não quer entender.  O alto clero do que resta da agonizante Flusócio o faz acreditar que é um ser supremo.  A história não perdoará a esses vendilhões do templo Tricolor.

Fazem as dívidas, inventam discursos de saneamento das finanças, são irresponsáveis com o controle do dinheiro, empregam aos amigos com currículos suspeitos em cargos chaves.  Basta ter o registro da Flusócio ou de colegas do Abad.  Assim foram contratados assessores de imprensa sem titulação em Jornalismo, assim foi contratado o Fernando Simone para fazer as funções de CEO, assim temos o regresso, pós-CSM, do Alexandre Vasconcellos, assim temos a gerência do CT.  Tudo nas mãos de flusócios de origem.  Ação entre amigos só que com o dinheiro do Fluminense.

Basta!

Está chegando o momento de que este Observatório do Fluminense abra o PLACAR DO IMPEACHMENT, na tradução literal: dar nome a todos aqueles que coadunam com a má gestão que existe no Fluminense.

É preciso tirar o clube das mãos desses inconsequentes.

A questão é binária: ou você está com os vendilhões do templo ou você está com o Fluminense.

O Observatório do Fluminense continua observando!

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