HOME|EM FOCO|Heleno Sotelino|Conversando sobre nossa boa fase (por Heleno Sotelino - "Renovação e oxigenação")
  • Heleno Sotelino
    Heleno Sotelino
    Carioca do Jardim Botânico, advogado, imperiano, membro fundador do MR21 e, acima de tudo, tricolor de coração!
Ver mais colunas
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
em foco • Por Heleno Sotelino • 20 fev 2017
Conversando sobre nossa boa fase (por Heleno Sotelino - "Renovação e oxigenação")

O fim de semana trouxe para nós, tricolores, uma alegria muito grande em ver a garotada de Xerém se portar como gente grande e golear em meia hora o Volta Redonda, o mesmo Volta Redonda que vencera o Vasco há uma semana,  mostrando um belo futebol e mantendo os 100% de aproveitamento, além de não ter tomado um gol sequer durante todo o campeonato.

Com isso, estamos habilitados a participar das semifinais contra o Madureira, jogando com a vantagem do empate.

Mas a grata surpresa foi ver um time formado em sua maioria pela base, com garotos ainda de pouca idade e alguns sem nenhuma experiência profissional, entrar em campo e fazer aquela bela partida que fizeram. Marquinhos Calazans, Wendell e o goleiro Marcos Felipe realmente fazem nosso coração tricolor encher-se de esperança no que se refere a um futuro melhor.

O Marcos Felipe, por exemplo, não me surpreendeu, já o conhecia dos jogos da base, inclusive nas seleções de base onde era titular e também era tido como um ótimo “pegador” de pênaltis. Acho que com uma boa sequência de jogos estará apto a ser um goleiro para substituir o Cavalieri num futuro bem próximo. 

Wendell e Calazans podem vir a ser jogadores de primeira linha, são técnicos, hábeis e velozes.   

Tudo isso demonstra que temos realmente uma base diferenciada. Se hoje temos no time principal um Scarpa, um Léo, um Douglas, podemos ter a confiança de que estamos com uma geração abençoada em nossas mãos. É certo que, fatalmente, alguns jogadores não resistirão muito tempo ao mercado internacional e estarão zarpando do Brasil, mas partidas como a de sábado nos deixam a impressão de que, em alguns casos, a reposição não será assim tão difícil.

A imprensa noticiou a renovação de Gustavo Scarpa até 2020, contrato novo que deve possuir alguma cláusula que garanta uma boa multa rescisória para que se, pelo menos, não garantirmos sua permanência no Brasil, tenhamos um valor compatível com sua categoria para compensar nossos cofres.

Por outro lado, pela lógica, se ele renovou o contrato, sua saída não será tão iminente quanto se pensa. Pode esperar mais um pouco, o que, por sinal, será ótimo para o Fluminense, pois além de termos seu futebol nos ajudando a conquistar posições e títulos, o jogador será mais valorizado ainda.

Mas agora é hora de pensar na sequência de dois jogos importantes, que podem nos levar à final da Taça Guanabara e avançar na Copa do Brasil.

O Madureira é um adversário que, se não tão difícil, não deve ser subestimado, pois já demonstrou que tem condições de fazer uma  “ursada”  e  até surgir como zebra nesta Taça GB. Somos favoritos, mas um pouco de humildade não faz mal a ninguém.  

Vamos nos classificar e partir para encarar a próxima final, seja quem for o adversário, sabemos que é time grande, para termos esse título, quiçá, invicto.

Só não me agrada a tese da torcida única. Se tivermos, por exemplo, um Fla-Flu decidindo o torneio. Qual critério será usado? Como definir?   

A solução é jogar fora do Estado?

Não sei, vamos ver se até lá a liminar é cassada e vamos ganhar a Taça, provavelmente no Engenhão, nosso salão de festas, com nossa torcida vibrando e gritando durante mais uma volta olímpica.

Que venha o Madura! 

E aí faremos nosso Carnaval!

 

 

 

VOLTAR PARA EM FOCO
Compartilhe
  • Googlemais
comente
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
©2017 OBSERVATÓRIO DO FLUMINENSE
Os Woden