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em foco • Por Heleno Sotelino • 17 abr 2017
Uma semana decisiva (por Heleno Sotelino - “Renovação e Oxigenação”)

No momento em que completaremos quatro meses da nova gestão do Fluminense, capitaneada pelo Presidente Abad,  entramos numa semana decisiva para os destinos do clube.

Em campo, o importante jogo contra o Goiás, que poderá nos levar a uma classificação para as oitavas da Copa do Brasil, passo importante para um título que não conquistamos há dez anos e que poderá nos levar à Libertadores. Apenas um dos atalhos. Mas importante, muito importante.

Também no fim de semana um jogo muito importante que é a semifinal do Campeonato Carioca, contra o Vasco da Gama, na qual jogaremos com a vantagem do empate. 

Apesar de que muitas pessoas declinam da importância do Campeonato Carioca nos tempos hodiernos, não podemos deixar de reconhecer que ainda tem muita tradição, não só no que concerne à sua importância histórica com títulos com que tanto nos orgulhamos,  como também por um fator de superação e pujança de um time que entra desacreditado e que mostra como é importante pensar grande.

O Campeonato Carioca pode representar um resgate dessa tradição vencedora que, há algum tempo, estava ausente das Laranjeiras.  

Também no aspecto financeiro, no qual estamos atravessando uma fase difícil, herança maldita de gestões desastrosas, o campeonato pode representar mais R$ 3,5 milhões em nossa conta, valor nada desprezível de prêmio pelo título. Aliás, neste aspecto, também a Copa do Brasil é vantajosa, pois ao passar de fase, os prêmios vão aumentando. Se vencermos o Goiás, já teremos  R$ 2,5 milhões na próxima fase.

E por falar no aspecto financeiro, essa semana também será decisiva fora das quatro linhas, eis que, provavelmente, o balanço de 2016 será entregue aos Conselheiros para análise. E aí todos teremos uma noção de como foi que chegamos à situação financeira atual.  

Mas nesses quatro meses, vemos que muita coisa foi feita. 

Já tinha me referido ao resgate. E aqui não falo somente do resgate da área econômico-financeira. Mas do espírito tricolor como um todo.

O Fluminense não nasceu para ser coadjuvante. Temos que ser protagonistas onde estiver nosso pavilhão. Essa é a vocação tricolor e dela não podemos abrir mão, como fez a gestão anterior, na qual nosso Vice Presidente de Futebol dizia que 15º lugar era uma posição satisfatória e comemorava vitória sobre o Madureira.

A gestão, contudo, está trabalhando. Trabalhando e muito para trazer o Fluminense para o patamar onde sempre deveria ter estado. 

Hoje podemos ir ao estádio sabendo que estamos disputando uma final, uma classificação, que o adversário nos respeita.

Que estaremos lutando por títulos. Seja quais forem.

Tem taça? Vamos brigar por ela.

Chega de nos contentarmos com classificações pífias. Chega de mediocridade.

Vamos pra cima, Fluzão.

Que esta semana seja o marco desse resgate.

Teremos a nossa torcida gritando com alma, acreditando, voltando a se orgulhar de sermos o gigante tricolor.

Primeiro o Goiás, depois o Vasco.  

E que a gestão, que muito fez nesses quatro meses, continue nesse rumo, levando o Fluminense ao seu destino histórico.

A Glória.

Que venha o Goiás. Que venha o Vasco.

Sou mais o Flu.

 

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