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    Eduardo de Moraes
    Eduardo de Moraes é advogado criminal, tricolor de várias gerações, iniciando sua paixão nas arquibancadas das Laranjeiras sempre na companhia do seu saudoso pai, Evaristo de Moraes. Integrante do Flu2050, ocupou, nas gestões anteriores, cargos como Vice-Presidente e Diretor Jurídico.
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em foco • Por Eduardo de Moraes • 02 mai 2017
Do carrasco Assis até a barriga do Renato (por Eduardo de Moraes - "A voz das Laranjeiras")

Vitória justíssima, incontestável do Flamengo no primeiro jogo da final do Estadual.

Com um primeiro tempo intenso, realizou a chamada “marcação alta”, sufocando o Flu em sua defesa.

Guerrero (em excelente fase) e nosso zagueiro Renato Chaves (na sua fase habitual, ou seja, ruim) marcaram o clássico, cujo placar ficou até de bom tamanho para nós. O Fla perdeu a chance de colocar a mão na taça.

Do nosso lado, Abel errou tudo no domingo (mas tem muito crédito com a torcida e com o Clube). A começar pela estratégia adotada. Abdicou da forma como vínhamos atuando nesse ano (futebol agressivo, com movimentação e a marcação no campo do adversário). Acreditando que o jogo seria morno (por ser a primeira partida), foi surpreendido com a postura do Fla de procurar a vitória. Nó tático do técnico deles.

O time voltou melhor no segundo tempo (Wellington na direita e Richarlison na esquerda). No entanto, os equatorianos estavam em péssimo dia. Sornoza errando todos os cruzamentos e Orejuela sem sangue, sem alma. Nem quero cogitar um eventual sapato alto. Sobre Orejuela, há uns dias recebia informação de que o empresário estaria tentando vendê-lo para a Europa. Será que isso vem comprometendo as últimas atuações dele?

Além da estratégia equivocada, Abel substituiu mal, ao tirar nossos dois atacantes mais incisivos (Wellington e Richarlison). Eu sacaria o Ceifador (que só tem ceifado a nossa paciência) e o Sornoza (em dia ruim). Como também não tiraria o Wendel para colocar o Douglas, mas o Orejuela, pelos motivos expostos.

Mas somos fortes e vencedores. O nosso ano tem sido excepcional, ainda mais se lembrarmos dos últimos jogos do Brasileiro de 2016. Contratamos um excelente técnico, identificado com o Clube, que acertou em apostar na molecada. Fizemos contratações pontuais e dispensamos aqueles que não honravam vestir a nossa camisa. Estamos vivos nas quatro competições.

Se era para perder e jogar mal (nossa pior atuação do ano), o momento foi esse. Teremos a segunda partida e a oportunidade para mostrar ao Brasil o irresistível e bonito futebol da molecada tricolor.

Se ganhar Fla-Flu é normal, vencer o rival, em final, é a sina. A história revela isso. Do carrasco Assis até a barriga do Renato. Eles tremem.

ST

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