HOME|EM FOCO|Eduardo de Moraes|Gum, Richard & Cia. Orgulho de ser tricolor (por Eduardo de Moraes - "A voz das Laranjeiras")
  • Eduardo de Moraes
    Eduardo de Moraes
    Eduardo de Moraes é advogado criminal, tricolor de várias gerações, iniciando sua paixão nas arquibancadas das Laranjeiras sempre na companhia do seu saudoso pai, Evaristo de Moraes. Integrante do Flu2050, ocupou, nas gestões anteriores, cargos como Vice-Presidente e Diretor Jurídico.
Ver mais colunas
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
em foco • Por Eduardo de Moraes • 19 out 2017
Gum, Richard & Cia. Orgulho de ser tricolor (por Eduardo de Moraes - "A voz das Laranjeiras")

De arrepiar.

A atmosfera, ontem, no Maracanã, denotava que seria uma noite inesquecível. E foi.

Nossas torcidas organizadas unidas, atrás do gol, apoiando e gritando incessantemente, emocionou. Como sempre digo – e já virou mantra –, nosso grito faz gol. E faz.

A torcida tricolor não cansa. Não somos o décimo segundo jogador. Somos milhares de jogadores na arquibancada, marcando, driblando, fazendo gol.

O 3 x 1 contra o São Paulo revelou uma nova era. Jogadores e treinador entenderam o nosso recado. Pedíamos pouco que, paradoxalmente, é muito: raça, determinação e honrar essa camisa tão gloriosa.

E aqui faço um agradecimento especial: aos torcedores que compareceram ao aeroporto Santos Dumont, após uma derrota fora do Estado, e exigiram (com educação) aos jogadores e treinador comprometimento. Surtiu efeito.

A partir daquela data, nosso querido Abel teve humildade e bom senso para nos ouvir e mudar. Meus amigos, a vida é assim: não somos o dono da verdade. Saber ouvir é uma virtude. E a vida é uma eterna reciclagem. Isso é evoluir.

A “geladeira” no Wendel, a mudança do esquema tático (abolindo os três cabeças de área) e a mudança de peças, com a entrada de Reginaldo, Marlon e Richard, transformaram o Fluminense. O atual Fluminense nos dá orgulho, nos representa, nos motiva por dias melhores.

Evidente que, ainda, estamos em posição incômoda e não podemos diminuir a pegada e determinação. É preciso não perder o foco. Nada está ganho, pelo contrário. Precisamos ganhar, ganhar e ganhar. Escapar de vez desse fantasma (que não falo mais o nome) e almejar a Libertadores. Até lembrei que existe a Sul-Americana. Por que não sonhar com um título? Por que não lotar a nossa parte contra o Flamengo? Convenhamos: nossos novos guerreiros merecem.

Vamos ao jogo e serei breve.

Com a atuação de ontem, pela primeira vez no ano, posso dizer com todas as letras: venceu o CONJUNTO. Sim, o conjunto. Temos padrão tático, posicionamento e funções individualizadas. O bando ficou no primeiro semestre.

Todos estão de parabéns. Reginaldo com atuação impecável. Marlon, o jovem veterano. Richard, nosso leão (por favor, vamos comprar esse cara do Atibaia). Sornoza e Scarpa: sintonia fina. Ceifador, se doando em campo. Marcos Júnior, outrora criticado, hoje é a nossa formiguinha incansável. Trabalha para o time. Que luta. E destaque especial para o bicampeão Gum. Com o retorno dele, tudo melhorou. Passou confiança e segurança à equipe.

O primeiro tempo foi muito bom. Todos os atletas ligados, marcando, não dando espaço ao São Paulo. Aliás, o que é esse time do São Paulo (nosso freguês)? Isso, sim, é um bando. Um time sem alma, sem confiança, recuado.

O primeiro penalty existiu, o atleta são-paulino, a meu ver, colocou intencionalmente a mão na bola. Se não fosse o assistente, Leandro Vuaden mais uma vez iria nos prejudicar.

O segundo gol foi uma pintura. Com Sornoza, Scarpa cresce. A dupla sintonia fina se formou.

Começamos a etapa final sem o pé no acelerador. Impossível manter aquele ritmo durante os noventa minutos. Mas aos 15 minutos, o nosso jovem veterano Marlon roubou uma bola lá atrás, deu uma arrancada, passou por vários adversários. Isso despertou o time e a torcida. O terceiro gol era questão de minutos. Finalmente, Robinho foi colocado em campo e sofreu penalty (empurrão do adversário). O próprio cobrou e correu para a galera.

O gol deles foi sem querer e em nada tirou o brilho da nossa vitória. Pelo contrário, nos serviu como um aviso. Mesmo jogando bem, o momento não pode ser de oba oba. Por mais que o gol dos caras tenha sido um acidente, é extremamente importante pontuar que o time tem deficiências e que é fundamental manter o foco e o espírito guerreiro até o último minuto.

Amigos, que noite! Todos estão convocados para o Fla x Flu da próxima quarta. É uma obrigação. Vamos mostrar a nossa força. Os novos guerreiros merecem.

Afinal, a nossa alegria depende do FLUMINENSE.

Ótima quinta e bom fim de semana.

Nosso grito faz gol.

Não cairemos.

VOLTAR PARA EM FOCO
Compartilhe
  • Googlemais
comente
Distribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e DescartáveisDistribuidora de Produtos Alimentícios e Descartáveis
©2017 OBSERVATÓRIO DO FLUMINENSE
Os Woden