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    Eduardo de Moraes
    Eduardo de Moraes é advogado criminal, tricolor de várias gerações, iniciando sua paixão nas arquibancadas das Laranjeiras sempre na companhia do seu saudoso pai, Evaristo de Moraes. Integrante do Flu2050, ocupou, nas gestões anteriores, cargos como Vice-Presidente e Diretor Jurídico.
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em foco • Por Eduardo de Moraes • 16 nov 2017
A culpa do vexame no Futebol é da estagiária do Jurídico (por Eduardo de Moraes - “A voz das Laranjeiras”)

São dois Fluminenses.

Um sendo bem administrado: finanças, marketing e governança.

O outro, sendo conduzido de forma amadora: o futebol, que é a nossa raiz, nosso sustento, a razão de existir do Tricolor. Tem que profissionalizar para ontem o futebol. Logo. Já! A título de exemplo, olha as contratações: Lucas (vivo-morto), o gordinho Marlon, o pesado e caro Robinho e um tal de Romarinho. Aliás, a única contratação não desejada pelos nossos dirigentes foi a que vingou, a que deu certo: Richard. Momento Forrest Gump do pessoal do Futebol. Acertou sem querer.

E olha os critérios: Marlon porque na Copa do Brasil fez uma boa partida pelo Criciúma e Romarinho porque também na Copa do Brasil fez uma boa partida pelo Globo. É inacreditável! Até eu como vice de futebol faria melhor. Futebol hoje em dia é para gente grande. Precisa ser levado a sério. E nisso tudo fica o Abel, sozinho, isolado, exercendo multifunções (técnico, vice de futebol, CEO do futebol). Espero que Abad saia da zona de conforto porque de conforto não tem nada. E que seja mais ousado e criativo, mesmo sem dinheiro.

Antes das eleições, lembro de um papo com Francisco Horta na casa do Cacá Cardoso. Disse ele: o Fluminense tem que contratar um craque, um ídolo. E citou brincando o Messi. É isso. Um ídolo traz torcida, patrocinador, visibilidade, aumenta o sócio-torcedor. Optou Abad por Romarinho. Mas ainda é tempo para mudar.

Por fim, vamos parar de procurar culpados, apontando dedo, com desculpas esfarrapadas.

A culpa é do Peter?

Do mordomo?

Ou será que os empresários do Romarinho, Marlon e Robinho deram um “boa noite cinderela” aos nossos dirigentes e, inconscientemente, assinaram as contratações?

Ou será que a verdadeira culpada, no vexatório ano de 2017 do nosso futebol, foi aquela estagiária do Jurídico, covardemente demitida, e com o seu nome veiculado na mídia, escolhida como “boi de piranha”, quando se perdeu prazo (erro gravíssimo) no processo movido pelo Levir Culpi?

A verdade é uma só: faltou profissionalizar o futebol e criatividade nas contratações. Mas ainda é tempo para mudar. Estamos Juntos.

Sem tabelinha.

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Ronaldo Molinaro - 16/11/2017 às 19h31
Grande Duda Moraes é verdade, em outros tempos o meu saudoso pai Hugo Molinaro foi buscar no Sul do país - Branco, Tato, Jandir, Leomir e Renê. Tínhamos olheiros em todos os lugares, bem remunerados, é claro.
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