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    Edgard Nascimento Neto
    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
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em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 15 dez 2017
Fluminense, o eterno dominador do clube do lúmpen (por Edgard Nascimento - “Testemunha da história “)

Desde seus primórdios, o Fluminense dominou o futebol em nossa cidade, haja vista seu pioneirismo, em uma época onde o cricket e o remo predominavam.

Existem muitos Tricolores que, infelizmente, não possuem a dimensão real das situações referentes aos outros três chamados grandes clubes, do futebol atual do Rio de Janeiro.

Durante décadas, nosso Clube conquistou e consolidou a liderança em títulos de futebol sobre estes três oponentes, quais sejam, o clube de remo próximo a uma colina, os remadores monoestrelados e o outro clube de remo do brejo da Lagoa.

Este último, era uma força mediana no cenário futebolístico carioca, chegando a conquistar, por exemplo, apenas TRÊS campeonatos em DEZESSETE disputados. Porém, isto começou a alterar-se, progressiva e repulsivamente, a partir dos anos 70, com a continuidade do regime político de exceção, instaurado em meados dos 60.

Era a conhecida ditadura militar, que suprimiu direitos e alinhou-se à cartilha norte-americana, que nutria - e ainda nutre, porém bem menos do que antes - um horror patético por um sistema já falido mundialmente.

O regime concluiu que o futebol, poderia ser a "cortina de fumaça" para que a população tivesse suas atenções desviadas do que ocorria realmente no país, nos chamados anos de chumbo. Por suas características mais populares, com muitos "simpatizantes", o clube da Gávea foi o ESCOLHIDO para "desenvolver sua capacidade competitiva", contando com o pesado auxílio dos meios de comunicação e federações.

Toda essa engrenagem, começou a proporcionar títulos de maneira abominável e inacreditável a esse lamacento clube remador, mantendo o  "lumpenproletariat" anestesiado com práticas escusas, desenhadas em papeletas e estendendo-se aos dias atuais.

Hodiernamente, com os cifrões imperando de forma absurda, os contratos são concedidos de modo desigual frente aos demais clubes participantes, como por exemplo, do Campeonato Brasileiro. E as práticas continuam, comprovadas pelas imagens da TV, mas solenemente ignoradas, inúmeras vezes, por repulsivos e cínicos militantes de uma "flapress" da vida.

As novas gerações da nossa torcida, entre elas a geração "full HD", cresceram recentemente presenciando as bravatas fake de um decadente mandatário vizinho a uma colina problemática, bem como os arroubos espasmódicos de uma opaca estrelinha. Esses nossos torcedores, ficaram  - e ainda ficam -  "impressionados" com alguns brilharecos destes dois clubes remadores, sem perceberem que existe uma praga muito, mas muito maior. Sim, isto é verdade.

Refiro-me à agremiação de remo que recebeu um brejo e o aterrou, para ter sua cancha futebolística. Esse clube continua ladino e escancaradamente antiético, levantando bandeiras dissimuladas, por exemplo, para novas parcerias com o Fluminense, exigindo para si o protagonismo em quaisquer situações.

Tal procedimento, expõe claramente o eterno temor de continuar a ser subjugado. Que ninguém se iluda com o canto desta sereia fedida e de escamas podres.

Porém, não é só isto.

Notem que sempre que é criado um clima para determinadas ocasiões, mormente para jogos de grande apelo, salta aos olhos a IMENSA diferença de comportamento, sob todos os aspectos, entre a nossa torcida e essa torcida remadora, que é reincidente em todas as suas perniciosas ações, pois é canalhamente blindada.

Insuflados, em muito, pela mídia interesseira, os "novos-lúmpens", quais sejam, os mulambos, ainda propagam que seu desprezível clube é "grande", para o bem ou para o mal. Ora, isto é a massificação da imbecilidade, é a escrotização comportamental, é o detonador de barbáries.

Todos sabemos que as nossas respostas, terão que ser e serão, PRINCIPALMENTE, dentro de campo.

Como sempre.

Saudações Tricolores.  

TOQUE SUTIL: é dose... 

Um ditador daqueles de plantão, do qual nem vale a pena dizer o nome, perguntou a quantas andava o futebol, a um de seus assessores. O bajulador respondeu que estava tudo bem, pois havia jogo às terças, quartas e quintas-feiras, além dos sábados e domingos. Então, o general inquiriu: 

- E por que não às segundas e sextas?

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