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    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
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em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 22 fev 2018
MEMÓRIA TRICOLOR: Rivellino e seu último jogo pelo Fluminense (por Edgard Nascimento -"Testemunha da história")

Há quarenta anos, neste dia, Roberto Rivellino jogou sua última partida pelo Fluminense, onde atuou por três anos.

Certamente, nosso torcedor afirmará: "Deve ter sido uma despedida com um jogão, no Maracanã!"

Não, não foi.

Contrastando com sua estreia, no próprio Maracanã, enfrentando seu ex-clube, Rivellino despediu-se das nossas três cores no interior do país.

Em preparativos para a temporada de 1978, nosso time realizou vários amistosos Brasil afora. Nenhuma dessas partidas foi transmitida pela TV. Não existia internet. Computadores, só os gigantescos, em grandes empresas e em estatais. Telefones celulares? Nem sinal. 

Então, nós sabíamos do desempenho da equipe e dos resultados, "pelas ondas do rádio".

Em seu derradeiro jogo vestindo nossa camisa, ele enfrentou o Itumbiara, de Goiás, nessa cidade, alinhando no quadro que foi escalado pelo técnico Paulo Emílio com: Wendell; Edevaldo, Tadeu, Edinho e Marinho Chagas; Pintinho, Rubens Galaxe e Rivellino; Luís Carlos Tatu, Gildásio e Zezé

O time estava bastante alterado em relação aos anos anteriores, mas o jogo foi tranquilo, com vitória por 3 a 0, com dois gols de Gildásio e outro de Luís Carlos. Também atuaram Arturzinho e Geraldinho.

Dessa equipe escalada, apenas Rivellino, Pintinho, Rubens e Edinho eram remanescentes da famosa Máquina Tricolor, que começou a ser desmontada, inexplicavelmente, em 1977. 

Para quem viveu aquela época, como este cronista e inúmeros Tricolores, a saudade e a nostalgia são inevitáveis, pois o time da Máquina e as atuações do maestro Rivellino continuam vivos na memória da torcida. 

Todos concordam que a "engrenagem" deveria seguir sendo reforçada, mas isto não aconteceu, lamentavelmente.

Títulos, como os inesquecíveis Estaduais de 1975 e 76, bem como o Torneio de Paris, em 1976 e o famoso Troféu Teresa Herrera, de 1977, foram conquistados com Rivellino, jogando em alto nível. 

Após despedir-se dos companheiros, Riva iniciou os trâmites para jogar no futebol árabe.

Valeu, Campeão!

 

TOQUE SUTIL: conclusão geral

Se não fosse o "Sobrenatural de Almeida", certamente a Máquina Tricolor, no biênio 1975/76, com Rivellino, teria conquistado muitos outros títulos.

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