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    Carioca, Engenheiro, Tricolor desde sempre, fã incondicional do futebol. Frequenta os estádios desde 1959, aos cinco anos. De Laranjeiras, para o mundo.
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em foco • Por Edgard Nascimento Neto • 08 jun 2018
Piscineiros, janotas do saibro e alcaiotes: prestem atenção! (por Edgard Nascimento - “Testemunha da história”)

Há quase 116 anos, foi criado o maior Clube FUTEBOLÍSTICO de todos: o Fluminense Football Club.

Seu idealizador, o visionário Oscar Alfredo Sebastião Cox, em uma época onde imperavam o remo e o cricket, ousou em tratar de futebol na nossa cidade.

Como instituição pioneira, o Fluminense destacou-se em vários setores, inclusive adotando outros esportes em sua rotina, que vieram a existir em decorrência do sucesso do próprio futebol.

No entanto, existe um pernicioso e traiçoeiro "movimento", perpetrado por sócios e seus acólitos, que não são Tricolores. Não é de agora, que essa perniciosa situação vai e volta, há décadas, aumentando ou reduzindo sua intensidade de acordo com o momento. Sim, infelizmente é verdade: vários setores no Fluminense querem o FIM do futebol no Clube.

Com a outorga da Taça Olímpica em 1949, honraria concedida ao Fluminense de forma justa, por ser um exemplo de organização desportiva, esse "movimento" chegou ao extremo, chegando-se à ABERRAÇÃO de se tentar levar adiante uma proposta: alterar o nome do Clube para "Fluminense Olympic Club"!

Meu saudoso pai relatou-me que, naquela época, indispôs-se frontalmente com os pseudo-Tricolores. Tal proposta era simplesmente surreal e abominável.

O clamor - felizmente natimorto - encontrava eco nos piscineiros e nos janotas das quadras de tênis, pois para eles o futebol "atrapalhava" o desenvolvimento desportivo e social do nosso Clube.

Que infelizes!

Com a conquista do Carioca de 1951 e do Mundial de 52, esse inclassificável sentimento de mudança do nosso eterno nome, arrefeceu. Voltou no final dos anos 1960, diminuiu e depois retornou novamente em meados dos 80.

A desastrosa e inacreditável declaração, de um nosso mandatário, de que "infelizmente o Fluminense tem o futebol no nome", acendeu novamente o alerta com tamanha imbecilidade. Como falar isso? Haveria algum neurônio no cérebro desse Presidente? Ou mesmo, haveria cérebro?

É muito preocupante e revoltante que alguns feudos retrógrados, com maioria de votantes, que nada querem com o futebol, possam decidir os destinos do nosso amado Clube. Esses parlapatões não poderão JAMAIS ter vez em seus obscuros intentos.

O momento atual é preocupante. Como acreditar que tanta incompetência de uma desastrosa gestão, que não entende nossa torcida e nem entende do próprio futebol, não seja proposital? Estará voltando o odioso "movimento"?

Ei, piscineiros, janotas do saibro e não-Tricolores: a razão da existência do Fluminense é o FUTEBOL. Que tal darem suas raquetadas nas quadras do Aterro, ou até na beira da Lagoa? Quem quiser dar braçadas e fofocar, que tal a Urca, com águas mansas e quentinhas?

A essência do Fluminense é o FUTEBOL. Não vou desenhar. Basta olhar para o nosso eterno Escudo.

Fluminense Football Club. Assim é, assim será.

Saudações verdadeiramente Tricolores.

 

TOQUE SUTIL: Contagem

Faltam 337 dias para o Centenário do Estádio das Laranjeiras.

 

 

 

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