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Olímpicos • Fonte: GloboEsporte.com - Foto: Mailson Santana / Fluminense F.C. • 08 nov 2017
Fluminense arranca virada e acaba com invencibilidade do Osasco na Superliga

Parecia que o Osasco conseguiria mais uma vitória na Superliga feminina 2017/18. Fora de casa, o time abriu 2 sets a 0. Só que o Fluminense arrancou uma virada e levou a melhor no tie-break - parciais de 19/25, 27/29, 25/20, 27/25 e 15/13. Comandado pela levantadora Giovana, melhor jogadora em quadra, o time tricolor acabou com a invencibilidade das paulistas na temporada, apesar de a campeã olímpica Tandara ter sido a maior pontuadora, com 24 acertos.

- Entramos sabendo o que precisávamos mudar. Perdemos os dois primeiros sets, mas não desistimos. Não deixamos o Osasco abrir muitos pontos de vantagem e cada uma jogou bem individualmente. Quem estava no banco e entrou mostrou que podia ajudar e o resultado não tinha como ser diferente. Foi a atitude de cada uma e a vontade de ganhar que mudou a história e fez o grupo - disse a capitã tricolor Renatinha.

Satisfeito, o técnico Hylmer Dias analisou a partida:

- Fomos melhorando a cada treino. O time vinha de algumas derrotas e o coletivo falou mais alto. Precisávamos trabalhar e amadurecer. O resultado positivo é fruto de muito trabalho.

Com a vitória, a segunda na temporada, o Flu subiu para a sétima colocação, com cinco pontos. O time agora se prepara para o clássico carioca contra o Sesc/Rio de Janeiro, no sábado, às 15h, na Arena Jeunesse.

Apesar da derrota e do fim da invencibilidade, o Osasco manteve a terceira colocação, agora com 12 pontos, atrás de Praia Clube (15 pontos) e Sesc (14). As paulistas vão ter o apoio da torcida para se recuperarem do tropeço na sexta-feira, às 21h30, contra o Brasília, no ginásio José Liberatti.

- Perdemos a chance de fechar em 3 sets a 1. Estávamos na frente no placar e a quantidade de erros no final da parcial nos prejudicou. Isso é uma coisa que não podemos deixar acontecer. Agora é ter a cabeça no lugar, porque o campeonato é longo. Ninguém gosta de perder, é sofrido, especialmente quando se tem chance de vencer. Agora é ajustar o que não deu certo e trabalhar para buscar a reabilitação - disse a levantadora Fabíola.

 

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