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Olímpicos • Fonte: Comunicação FFC • 16 mai 2018
Carlos Carvalho e Magali Cremona se despedem do Fluminense

O Departamento Olímpico do Fluminense viveu uma noite de muita emoção na última segunda-feira (14). Com a presença de amigos, familiares, professores e diretores, o clube prestou uma homenagem aos técnicos Carlos Carvalho, do polo aquático, e Magali Cremona, do nado sincronizado, que se despedem das piscinas das Laranjeiras.

"Nada do que se disser aqui será o suficiente para agradecer, não só pelo trabalho, mas pelo carinho e a dedicação que os dois tiveram ao longo de tantos anos no Fluminense. São excelentes profissionais e, mais que isso, duas pessoas de um caráter exemplar e uma garra imensa", disse Márcio Trindade, vice-presidente de Esporte Olímpico.

Magali Cremona, que comandou o nado sincronizado do clube por mais de 40 anos, é parte da história do Tricolor. Com a experiência de ter atuado nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984 e Seul 1988, dirigiu a seleção em cinco edições dos Pan-Americanos, o último deles no Rio de Janeiro, em 2007, quando levou a equipe à medalha de bronze. Maga, como é chamada carinhosamente pelas nadadoras, ainda esteve na comissão da Seleção Brasileira nos Jogos Rio 2016 e viu suas atletas alcançarem a melhor marca da história: a sexta colocação em uma olimpíada.

"Vivi a minha vida aqui dentro. Muitos dos que estão presentes são parte da minha história.  Minhas filhas entraram para o esporte para ter a minha atenção. Eu vivia dentro do Fluminense, aqui conheci meu marido, meus pais foram diretores e acho que fiz um bom trabalho. Deixo em boas mãos. As atletas seguem com a Twila, minha filha, e com a Maura Xavier", contou.

E se Magali é uma das maiores representantes do nado sincronizado no país, o mesmo pode se dizer de Carlos Carvalho, no polo aquático. Considerado um dos ícones da modalidade como jogador e técnico, Carlinhos comandou a equipe do Fluminense e a Seleção Brasileira, além de ter sido o capitão nos Jogos de Los Angeles 1984.

"É até difícil agradecer e não quero esquecer de ninguém. Foram 22 anos e muitas pessoas são importantes nessa caminhada. A maneira como eu fui recebido no Fluminense me fez também um tricolor de arquibancada. Fiz grandes amigos nesses 47 anos de polo e 43 como técnico. Tenho muito respeito e carinho por todos que caminharam comigo e sei que o Quito vai desenvolver um ótimo trabalho".

Ao final, Emanuel Rego, diretor executivo de Esporte Olímpico do clube, agradeceu aos profissionais:

"Vocês contribuíram de forma fantástica e todos aqui fomos tocados por esse brilhantismo. Sabemos que o futuro, tanto do nado, quanto do polo, seguirá o caminho trilhado por vocês. Foi uma honra conviver com duas pessoas tão dedicadas".

 

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