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Artigos • Por João Garcez - blog Terno e Gravatinha - Foto: Mailson Santana - Fluminense F.C. • 06 ago 2018
Artilharia e incerteza (por João Garcez - blog Terno e Gravatinha)

O empate em 1 a 1 com o Bahia é ruim, mas não surpreende. O Fluminense, apesar dos reforços, tem elenco enxuto, instável emocionalmente e carente de mais qualificação em seu meio de campo.

O time até conta com alguns bons valores como os laterais Ayrton e Gilberto (não jogou, suspenso), o equatoriano Sornoza, que tem fama de vaga-lume, e o trio ofensivo, formado por Matheus Alessandro, Marcos Junior e o artilheiro Pedro, autor de mais um golaço. Mas, sabe-se: é pouco.

Oscilações, portanto, de boas apresentações, como a do meio de semana, contra o Defensor, seguidas de outras abaixo do padrão têm sido uma constante deste renovado Flu, desde o começo do ano.

Acresce que o time de Marcelo Oliveira, apesar do favoritismo que levou para o Maracanã, não jogou contra o vento. Seu adversário, agora sob o comando de Enderson Moreira, está em evolução no período pós-Copa, mantendo-se invicto no Brasileiro desde então – e até quando perdeu, pela Copa do Brasil, o time deixou o campo comemorando, já que o revés de 2 a 0 para o Vasco lhe valeu a classificação às quartas-de-final da competição.

A torcida já sacou as deficiências e, sem opção, escolheu apoiar o time neste segundo semestre, em que se mantém vivo na Sul-Americana e, bem ou mal, se segura num modesto nono lugar no Brasileiro, embora a posição lhe seja um tanto quanto enganosa, já que sua pontuação para os concorrentes de baixo é mínima.

O time agora tem oito dias de preparação até o confronto da próxima segunda, contra o Internacional, no Maracanã, e se prepara para nova maratona de quatro jogos, com intervalos breves de apenas três dias entre eles, incluindo aí uma viagem até o Uruguai.

Nada parece fácil para o Flu.

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